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Archive for fevereiro \28\UTC 2011

Fazia tempo que eu não me sentia assim, e fazia tempo que não tinha um dia como hoje. É, sabe daqueles dias que vc consegue fazer tudo o que vc queria e o que precisava ser feito apesar do mundo?!
Começamos bem a segunda-feira com a empregada de pé quebrado, ligando para avisar que não vinha. Ok, para quem acordou cedo e tinha a manhã de folga, deu para arrumar a casa e ainda sobrar tempo para ler o jornal, resolver pendências profissionais, ligar no banco, tomar banho e fazer almoço!
E então veio a tarde, e hoje nem bateu aquele sono rotineiro… Ação! Ação! Telefonemas, textos escritos, textos lidos, e-mails enviados, contas pagas, mala arrumada. Vam’bora?!
Fui.

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– Eu fico pensando o que o porteiro pensa de você…
– É, eu sei. Mas eu prefiro não pensar no que ele pensa porque sinto que vou me decepcionar… Risos.

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é isso.

…a gente é o que a gente é, não tem opção.

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até quando?

E aí tem aquele trecho da música do Dave Matthews Band que diz “I’m coming too much more… me”. Okay, eu só me pergunto uma coisa: quando é que isso vai parar?

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Ponto de vista

A professora amarrava o cabelo de uma menininha, quando um menininho diz:
– você ta amarrando o cabelo dela, né?! você vai amarrar o seu?
– Não, o meu é curto, não dá pra amarrar assim!
– Ah, ta… quando vc encolher, o cabelo vai ficar maior e aí você prende, ta?!

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affection

Sol, calor, mar, praia. A pressão abaixa, ela se sente mole e com sono, mas o dia está bonito e tudo o que ela queria mesmo era aproveitar. Então resolve se levantar, sair do guarda-sol e ir atrás de uma raspadinha. Caminhar ali, naquela praia, não é um simples caminhar; toda uma história a acompanha, embora naquele momento ela não se dê conta. Até que avista uma barraquinha, e longe vê um senhor bem negro preparando bebidas para pessoas ali ao redor. Ela tem um flash: é o Azulão. Mas já fazia tanto tempo… estaria ele ainda vendendo raspadinha? Ele que há 10 anos atrás já era senhor, e tinha uma dificuldade imensa de enxergar, carregando diariamente o peso das lentes do óculos…
– Oi, eu queria uma raspadinha de groselha, por favor.
– É pra já…
– O senhor costuma vender mais pra lá (apontando para o outro canto da praia)
– Sim, é que eu tava indo pra lá mas o pessoal aqui me chamou, acabei parando, mas to indo pra lá… daqui um pouco eu chego.
– Eu não sei se o senhor se lembra, mas eu sempre comprava raspadinha do senhor, eu vivia na praia, com uma prancha, meu pai…
– Lembro sim, L.
Ela se emociona. Pára no tempo. Ele se lembra do nome dela. Ele se lembra do nome dela…
– Eu te chamava de outro nome, lembra? Você vivia me corrigindo, achando que eu não sabia seu nome, mas fazia só para brincar mesmo…
– É verdade (com os olhos cheios de lágrimas), eu lembro sim.
– Vai querer leite condensado?
– Ah, acho que hoje não…
– Você sempre pedia raspadinha de groselha com leite condensado.
– É, né, mas hoje vou mudar um pouco, vai sem que também é boa!
– E seu pai? e sua mãe?
– Eles não vieram dessa vez…
– Ta bom, então.
– Bom te ver!
– Bom te ver!

Ela segue o caminho dela, com os pés na água, caminhando rumo ao guarda-sol, à vida, à história. Ele fica ali na areia, em sua barraca, caminhando rumo à vida, à história, às lembranças.

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Ainda no aniversário de M.

– P., dá o presente pro M.!

– Obrigado, P.!

P. senta-se novamente na roda enquanto M. abre e vê que ganhou um relógio, mostra aos coleguinhas e já coloca no pulso!

– M., vai dar um beijo e um abraço para agradecer a P. pelo presente!

M. vai em direção a P., com os abracinhos abertos, todo sorridente e… P. vai se afastando com cara de pânico e com os braços cruzados dizendo:
– Eu não gosto de beeeeeijo!!!!

E então M. volta para o seu lugar andando de costas, ainda tentando entender o que estava acontecendo, e a professora diz:
– Não liga não, M., elas não sabem o que estão perdendo!

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