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Archive for setembro \30\UTC 2009

Worlds apart

Eu sempre soube que as pessoas eram diferentes. Fulano é irritadiço, Beltrano é amigável, Sicrano é gente boa, e por aí vai… Mas nos últimos dias, devido a algumas situações que a vida às vezes nos impõe, percebi que as pessoas são muito mais diferentes do que eu imaginava. São mundos completamente diferentes. Religiões, valores, experiências, cotidianos.
Para a indígena, a filha sofreu o acidente porque Deus quis, e não adianta falar que ela foi negligente ou que falar que “Deus quis” é uma maneira fácil de se eximir da culpa. No mundo dela não há espaço para uma argumentação deste tipo. Deus quis. Deus quis, e isto é tudo.
Para a doméstica, o trabalho não poderia ser continuado pois ela estava provocando o desperdício, e o Senhor não permite. Ela estava nos prejudicando. desperdicio=prejuizo= dano ao próximo=pecado/castigo.
Para a irmã, cuidar era estar lá, e isso era suficiente.
E não há ninguém que possa dizer que tudo isso está errado.

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“Cry baby cry
Make your mother sigh
She’s old enough to know better
So cry baby cry cry cry cry” The Beatles

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#41

I’m begging slow I’m coming here
Only waiting I wanted to stay
I wanted to play,
I wanted to love you

I’m only this far
And only tomorrow leads my way
I’m coming waltzing back and
moving into your head

Please, I wouldn’t pass this by
I wouldn’t take any more than
What sort of man goes by

I will bring water
Why won’t you ever be glad
It melts into wonder
I came in praying for you

Why won’t you run
in the rain and play
Let the tears splash all over you

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Kurt Halsey

pp19

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Como se não bastassem as discussões, o carro sem bateria em um estacionamento para fechar, a empregada indo embora e deixando dívidas, o dinheiro do apartamento, o aperto no peito, a vida, a vida, a vida, ainda… um furúnculo!!!

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A gente se dá conta da nossa história quando a gente conta para alguém. De resto, a gente vai vivendo…

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Eu não quero ser dramática, mas algumas coisas mudam. E você sabe disso. Depois daquele dia é como se estivesse sido escancarada um placa dizendo “É isso, é assim que as coisas funcionam, esse é o seu lugar”. E por mais que você diga que não, por mais que tente me convencer que “não tem nada a ver”, eu não sinto isso. Talvez precisasse de argumentos mais sólidos, mas também não sei quais seriam. Talvez eu precisasse que você não ignorasse isso que eu sinto, que você levasse a sério, afinal, não sou só eu que estou em jogo.
O que mudou e o que eu sinto agora é que o nosso “nós” é muito frágil, e eu sinto em perceber isso.

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