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Archive for janeiro \30\UTC 2009

Dumb people

As pessoas que se acham nunca são boas o suficiente no que fazem, porque elas não têm a humildade que é necessária para aprender com os erros.

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Eu acreditava muito nela. Na verdade, parecia que tudo que ela falava era certo. Às vezes eu questionava um pouco, claro, mas no fim das contas eu sempre achava que era verdade.

E então, de um tempo pra cá, eu tenho notado que não, não é assim. Ela fala com uma segurança algo que nem sempre é fato, que nem sempre tem certeza. Às vezes as palavras são duras, mas isso não quer dizer que são verdade.

Eu fico feliz de ter conseguido essa distância necessária para acreditar nos meus próprios pensamentos.

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Warm and safe

Às vezes, eu não sei o que acontece, mas me dá uma pressa e eu saio tão rápido dos lugares que acabo deixando coisas para trás. Ontem mesmo, depois de passar quase uma hora em uma loja de celular, senti uma vontade de ir embora, como se tivesse que cumprir algum horário, que saí do shopping e só lembrei quando cheguei em casa que tinha pensado em ver duas outras lojas quando estivesse lá que não vi. E aí eu me pergunto de onde veio tamanha pressa, e eu não sei explicar!

Isso me fez lembrar de um dia que estava na aula de francês, com o meu moletom-cinza-da-gap (ele é meu porto seguro, a roupa com a qual eu me sinto em casa), e a aula terminou. As pessoas começaram a guardar as coisas, assim como eu. Só que eu comecei a guardar mais rápido, e já levantei, nem dei tchau, fui saindo, peguei o carro e vim pra casa. Chegando na garagem, eu olho e vejo que esqueci o moletom-cinza-da-gap. Ligo na escola e ninguém o encontrou. Desespero. Perdi meu paninho Linus. Perdi por conta de uma pressa sem sentido. Por que eu saí tão afobada? Aonde eu queria chegar? Droga! Eu esqueci meu moletom-cinza-da-gap! Esperei com dor no coração até a terça-feira da outra semana para reencontrá-lo na secretaria.

Nesses momentos, só chegando no carro, saindo do lugar, que as coisas “voltam ao normal”. É como se eu precisasse encontrar meu porto seguro para conseguir continuar.

linus1

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amelie-714841

Quando eu entrei na faculdade muitas pessoas me falaram que eu parecia a Amélie Poulain. Umas diziam que era por causa da franja que eu usava, outras pelo olhar, outras pelo jeito, outras por tudo junto. Até então, eu nunca tinha assistido esse filme.

De tanto falarem, aluguei. Realmente, eu era como a Amélie. Mas, naquele momento, eu me via como ela no jeito meio tímido, na esquiva de relacionamentos, no olhar que parecia estar sempre procurando algo.

Esses dias, antes de dormir, assisti o filme na televisão e percebi uma característica dela que não tinha conseguido apreender das outras vezes que havia visto o filme. Eu não tinha percebido que, como Amélie, eu fazia algumas pequenas  coisas para “levar a felicidade a quantas pessoas puder”.

Eu estava pensando nas coisas que fazia, e vi que muitas delas era pensando no que a outra pessoa gostaria, pensando em como a outra pessoa se sentiria. Na verdade, diria que seriam pequenas gentilezas, dessas que as pessoas podem ou não fazer (como atravessar a rua com um cego e ir falando tudo que há no decorrer do caminho, até deixá-lo na porta do metrô), que parecem não fazer diferença. Dessas coisas sutis e que implicam  um cuidado que talvez só as pessoas mais sensíveis percebam.

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Come sister, my brother
Shake up your bones, shake up your feet
I’m saying open up
And let the rain come pouring in
Wash out this tired notion
That the best is yet to come
But while you’re dancing on the ground
Don’t think of when you’re gone

– Dave Matthews Band

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Fazia muito tempo que eu não acordava com uma vontade louca de escrever aqui. Na verdade, o que aconteceu foi que essa noite eu tive um sonho triste. Eu lembro que eu chorava muito, e meu pai aparecia nele com uma moto, e eu ia aprender a dirigir a moto em uma praça próxima a minha casa.

E então eu acordo. Quando a gente pára de se preocupar com os nossos pais? Não deveria ser o contrario?!

“Oh, isn’t it strange
How we move our lives for another day?
Like skipping a beat
What if a great wave should wash us all away?” Dave Matthews Band

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Speed along the highway, honey I want it my way
But listen to her daddy’s song, don’t stay out to long
Were just busy hidin’, sitting the back seat of my car
The lazy lights are pretty, we end up in Mexico City
But listen to her daddy’s song, makin’ love is wrong
Were just busy ridin’, sitting the back seat of my car

Oh we was only hidin’, sitting the back seat of my car
And when we’ve finshed drivin’ we can say we were late in arriving
and listen to her daddy’s song, we believe that we can’t be wrong
Ohhh we believe that we can’t be wrong
Ohhh we believe that we can’t be wrong

We can make it to Mexico City, sittin’ in the backseat of my car

Ohhh we believe that we can’t be wrong
Ohhh we believe that we can’t be wrong
Ohhh we believe that we can’t be wrong
Ohhh we believe that we can’t be wrong
Ohhh we believe that we can’t be wrong
Ohhh we believe that we can’t be wrong

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