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Archive for dezembro \30\UTC 2008

Como amanhã é o último dia do ano, e eu não sei se terei tempo de deixar alguma coisa escrita aqui amanhã, para o ano que chega, vou escrever hoje.

Na verdade, como disse o taxista, “eu só tenho a agradecer por esse ano”! Sem dúvida coisas muito dificeis aconteceram, outras tristes, mas agora tudo já passou, e eu só tenho a agradecer por tudo.

Que 2009 venha com muita saúde, e embalado no melhor ritmo possível!

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Natal

Adaptada ao clima e a tudo, tenho que dizer que Natal é uma cidade muito linda, e que as pessoas daqui são impressionantemente educadas e simpáticas! 😉

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Seasons

É engraçado, eu achava que o calor só era ruim porque fazia minha pressão cair. Ta bom, acrescente o suor e aquela vontade insana de sair correndo para um lugar com ar condicionado. Ainda assim, eu pensava que se estivesse em uma praia essas sensações passariam, e tudo mudaria de figura se eu ficasse na sombra tomando água de côco.

É verdade, tudo é bem diferente quando vc está na sombra, num quarto com ar condicionado, sete piscinas a sua disposição. Mas, eu começo a reclamar de coisas que normalmente eu não reclamaria, como por exemplo o travesseiro não ser de pena de ganso que nem na minha casa. E como não costumo reclamar e nem ser tão fresca assim, comecei a pensar o que poderia ser isso… e… Agora, com dor de cabeça do sol, eu tenho certeza: eu gosto mesmo é do inverno!

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Sem tempo

Estava subindo as escadas do hotel e na minha frente estava um casal de velhinhos. Nem tão velhinhos assim, mas subiam devagar, de mãos dadas, como se não houvesse tempo. Nisso a senhora para, arruma a sandália enquando o senhor sobe alguns degraus, ainda de mãos dadas. Ela termina de arrumar, ele a espera, e ambos voltam a subir a escada.

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Father

I miss you, dad.

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Calor, sol, tempo abafado. Pessoas queimadas, shorts e regatas. Sandálias, havaianas. Sucos de frutas estranhas, caipirinhas.

Saguão do hotel, eu, buscando qualquer tipo de contato através de um laptop.

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Louis Garrel

O que há de comum entre você e o fotógrafo François de “A Fronteira da Alvorada”? Você também se esquiva de um estilo de vida burguês?
François é um hipersensível, como eu. Para apreciar este filme, pelo que percebi, é preciso ter essa sensibilidade de ouro. Quanto ao casamento burguês, claro, é algo de que sempre temos medo aos 20 anos: o dia em que seremos engolidos pela máquina social. Li um livro bonito do sueco Stig Dagerman sobre isso, “Notre Besoin de Consolation Est Impossible à Rassasier” [nossa necessidade de consolação é insaciável]. (http://ilustradanocinema.folha.blog.uol.com.br/)

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